Sabemos quer para o cidadão conviver harmoniosamente com o grupo e o ambiente, não basta ser alfabetizado, precisa saber ler o mundo, ser letrado.
Através de experiências e estudos, está comprovado que a leitura é fundamental na vida de qualquer um e que a melhor forma de iniciar o estudo de um texto, é criar no aluno a necessidade da leitura.
Para que isto ocorra, é necessário o estímulo, que poderá ser provocado das mais diferentes maneiras, prevalecendo sempre a intenção de despertar e manter o interesse e o gosto pelo que faz.
Brincar de teatro faz de conta, realizar leitura de texto em coro falado, brincar de fazer mímica, propor desenhos e colagens, são atividades essenciais, pois o aluno tem liberdade de escolha, podendo interpretar, observar, participar, despertando assim a curiosidade e a criatividade .
Na verdade, educamos ainda hoje, com os mesmos métodos e princípios do passado, não passamos da geração alfabética , da aprendizagem através do texto escrito, do livro didático, da repetição de frases.
Podemos dizer que educandos e educadores são analfabetos ou semi-analfabetos para a leitura de imagens e dos sons. Valorizamos apenas o que nos é transmitido, através da palavra oral ou mais ainda, escrita.
Precisamos de legenda para “ver”, de letra para “sentir” uma música. Precisamos palavras para demonstrar nosso amor.
A escola, ao pretender ensinar, deve levar em conta o que o aluno traz consigo sua experiência pessoal, adquirida no seu grupo social e que esta influenciará no processo de aprendizagem.
A leitura é a principal responsável pelo conhecimento, e aprendizagem do educando, daí a importância do professor em oferecer subsídios para o desenvolvimento deste ato. Ensinar a ler, faz parte do conjunto de práticas que constitui o letramento. Não é suficiente decodificar a língua escrita para ser letrado. É necessário sim, tornar-se usuário desta língua, como leitor e como produtor de textos. Sendo assim, uma das funções do professor é contribuir para colocar seus “discípulos” em situação de letramento, não se limitando, a ensinar a decodificar e/ou a reproduzir o código lingüístico.
Como assinala Antunes (2003), “o aluno, antes de qualquer coisa, deveria estar convencido das vantagens de saber ler e poder. O professor faria bem, então, em ajudar o aluno a construir uma representação positiva da leitura e dos poderes que ela confere ao cidadão. E, em cada situação particular da sala de aula, deveria explicitar para os alunos os objetivos de toda atividade de leitura”.
Através de experiências e estudos, está comprovado que a leitura é fundamental na vida de qualquer um e que a melhor forma de iniciar o estudo de um texto, é criar no aluno a necessidade da leitura.
Para que isto ocorra, é necessário o estímulo, que poderá ser provocado das mais diferentes maneiras, prevalecendo sempre a intenção de despertar e manter o interesse e o gosto pelo que faz.
Brincar de teatro faz de conta, realizar leitura de texto em coro falado, brincar de fazer mímica, propor desenhos e colagens, são atividades essenciais, pois o aluno tem liberdade de escolha, podendo interpretar, observar, participar, despertando assim a curiosidade e a criatividade .
Na verdade, educamos ainda hoje, com os mesmos métodos e princípios do passado, não passamos da geração alfabética , da aprendizagem através do texto escrito, do livro didático, da repetição de frases.
Podemos dizer que educandos e educadores são analfabetos ou semi-analfabetos para a leitura de imagens e dos sons. Valorizamos apenas o que nos é transmitido, através da palavra oral ou mais ainda, escrita.
Precisamos de legenda para “ver”, de letra para “sentir” uma música. Precisamos palavras para demonstrar nosso amor.
A escola, ao pretender ensinar, deve levar em conta o que o aluno traz consigo sua experiência pessoal, adquirida no seu grupo social e que esta influenciará no processo de aprendizagem.
A leitura é a principal responsável pelo conhecimento, e aprendizagem do educando, daí a importância do professor em oferecer subsídios para o desenvolvimento deste ato. Ensinar a ler, faz parte do conjunto de práticas que constitui o letramento. Não é suficiente decodificar a língua escrita para ser letrado. É necessário sim, tornar-se usuário desta língua, como leitor e como produtor de textos. Sendo assim, uma das funções do professor é contribuir para colocar seus “discípulos” em situação de letramento, não se limitando, a ensinar a decodificar e/ou a reproduzir o código lingüístico.
Como assinala Antunes (2003), “o aluno, antes de qualquer coisa, deveria estar convencido das vantagens de saber ler e poder. O professor faria bem, então, em ajudar o aluno a construir uma representação positiva da leitura e dos poderes que ela confere ao cidadão. E, em cada situação particular da sala de aula, deveria explicitar para os alunos os objetivos de toda atividade de leitura”.
Um comentário:
Oi Delaine,
Mais importante do que os modos de "fazer a leitura" é o diálogo que se produz em torno dela e também a multiplicidade de textos a que o aluno é submetido. Isso sim o ajudará a desenvolver plenamente a capacidade da leitura; não a decifração do código, mas a compreensão, a reflexão a respeito do que lê.
Este é, sem dúvida, um grande compromisso do professor: comprometer-se com os alunos, promovendo o letramento.
Beijos, Rô Leffa.
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